O futuro com as baterias de íons de lítio de enxofre
Os estudos sobre a tecnologia por trás dos meios de obtenção de energia que existem têm se expandido cada vez mais, buscando novas alternativas para sustentar o funcionamento de automóveis elétricos. Com pesquisas expostas no Green Car Congress, um novo estudo formulado poderia trazer a solução.
O resultado de suas análises acabou em uma bateria de íons de lítio de enxofre com membrana de polímero, que seria um recurso seguro o suficiente para desenvolver baterias em automóveis elétricos do futuro, contando com densidade de 750 a 2700 Wh/kg. Com alto nível de segurança, a descoberta tem um baixo custo de produção, além de ser um recurso de alta capacidade de rendimento.
A célula em questão revela capacidades variadas em seus dois modelos: Na C-rate mais baixa, são distribuídos aproximados 1500 mAh gS-1, com respectiva voltagem de 1.8 V, enquanto no C-rate mais alto, a capacidade vai até 500 mAh gS-1 e alcança a voltagem de 1.5 V.
Sua densidade de energia chegaria, respectivamente, aos níveis de 2700 Wh/kg a 750 Wh/kg. Os únicos problemas discutidos até então seriam relacionados ao seu ciclo de vida e algumas metas de uso alcançadas pelas baterias de lítio populares.
A célula de íons de lítio de enxofre com polímero
Os pesquisadores avaliam o desempenho dessas baterias desenvolvidas sobre células de íons de lítio de enxofre caracterizados com configuração de polímeros seguros, procurando medir a capacidade total da bateria.

 

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Baseados em cátodos de carbono de enxofre, a Li-Sn-C com ânodo de nanoestrutura mostra uma ótima performance eletroquímica, relacionando aspectos como estabilidade e capacidade distribuída.
O desempenho da célula é memorável, marcando o progresso no desenvolvimento de ações elétricas baseadas em polímeros eletrolíticos de responsabilidade. Esses eletrolítico tem uma configuração que o permite desenvolver uma capacidade estável de 500 a 1500 mAh gS-1, dependendo de seu fluxo de ciclos.
Desenvolvimento da bateria em íons de lítio de enxofre com polímero
Esse novo projeto busca substituir as baterias de lítio convencionais, trocando seus principais elementos pelo Li-Sn-C com nanoestrutura que forma o desenvolvimento da bateria e questão. Estimando a segurança de uso, essa bateria é estudada com avançados conceitos sobre sistemas de armazenamento de energia.
Mesmo precisando de melhorias em seus ciclos de recarga, que tem problemas de voltagem a partir de seu trabalho e capacidade, o recurso é uma ideia a ser aproveitada pelos cientistas do meio rumo ao progresso tecnológico com energia.
Os curtos ciclos seriam os responsáveis por diminuir a expectativa de vida da bateria, que usaria de grande densidade de energia durante seu funcionamento, mas teria queda espontânea ao enfraquecer com uso cotidiano.
As reformas nessa estrutura para promoção de soluções ao problema dos ciclos requerem uma ampla análise sobre o funcionamento de baterias de lítio tradicionais, sempre trabalhando ao lado dos polímeros eletrolíticos para adição da membrana e pleno entendimento sobre suas funções.
O futuro das baterias está no desenvolvimento destas novas projeções, que seriam jogadas de sucesso para promoção de energia segura e estável por maior tempo, essencial para uso em automóveis elétricos.